Fase 14 — Pináculo de Nerathul
Por Ronan Barros
Era para ser só mais uma fasezinha... mas a expectativa e final deu aquele sabor.
AVISO: CONTÉM SPOILERS (daqui para frente é por sua conta e risco)
O objetivo era claro... pelo menos na teoria. Libertar um deus antigo (quem nunca), preso dentro de uma torre esquecida, numa tentativa desesperada de encontrar alguma vantagem pra resgatar Thira — sim, Thira, uma cavaleira de olhar firme e alma marcada, que lutou ao nosso lado nas fases anteriores e foi capturada por forças que nem o próprio inferno quis nomear. Libertar esse deus era nossa única esperança.
E lá fui eu. A torre... um colosso negro no horizonte, o tipo de lugar que sussurra ameaças antes mesmo de você cruzar o portão. Segui o ritmo do jogo como sempre: explorar áreas, encarar combates absurdamente viscerais, resolver puzzles sinistros pra abrir caminhos escondidos, mergulhar em passagens submersas, voar montado no dragão em manobras que desafiavam minha coordenação — aquele caos organizado que só Doom sabe fazer.
Mas aí começou o estranho.
Continuei. Enfrentei horrores costumeiros (mas que esfolaram minha pele). Quase morri. Juro. Teve uma hora em que me perdi real enquanto estava submerso sem saber se estava avançando ou voltando. Mas segui. E quanto mais eu me aproximava... mais a presença se tornava clara. Inconfundível.
Não sei o que você espera de Doom, mas eu espero isso: pancadaria com peso, mitologia sombria, jogabilidade afiada e surpresas que me fazem arregalar os olhos na frente do monitor.
Doom é a junção de tudo que é massavéi — e AMO isto!.
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